Aqui cultivamos a escrita sem leitura. Temos um trato: Não existe leitor aqui. Ninguém é ou será leitor de ninguém. Não é proibida a leitura mas essa não é suportada ou encorajada. É só a escrita pela escrita na garagem posta sob um pano velho. Que fique claro que também não cultivamos a escrita, o fazemos sim, mesmo sabendo que ela pode quem sabe ser lida (arg), mas nos envergonhamos profundamente e por isso não usamos nossos nomes.
sábado, 2 de outubro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Carlos adorava apreciar coisas boas vindas de coisas ruins. Como os avanços da medicina em tempos de guerra, o som dos copos se quebrando. Adorava como as pessoas se aproximam quando passam por dificuldades. Se deliciava com a boa música produzida no tempo da ditadura. O bom é que nunca faltavam desastres. Na sua vida sempre havia um pouco de escombro a ser vasculhado a procura de tesouros. A parte ruim é que o atordoava o fato de que se não houvessem desastres ele não seria feliz.
quinta-feira, 25 de março de 2010
"- Foi o tempo que perdeste com a tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... Repetiu o príncipezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... Repetiu o príncipezinho, a fim de se lembrar."
Pequeno Príncipe
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... Repetiu o príncipezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... Repetiu o príncipezinho, a fim de se lembrar."
Pequeno Príncipe
terça-feira, 23 de março de 2010
de novo ainda
que mal estar e que vergonha que dá
quando andando sem saber ao certo onde quer chegar
de repende, você está parado no mesmo semáforo.
Definamos uma rota.
quando andando sem saber ao certo onde quer chegar
de repende, você está parado no mesmo semáforo.
Definamos uma rota.
sábado, 20 de março de 2010
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Confissão
Confesso Padre, que ainda me sinto excitado ao lembrar daquela noite. Até mesmo agora. Não lembrando como ela estava bonita ou como era proibida. Não pelo que aconteceu ou éramos. Fico excitado lembrando o que sentíamos.
sábado, 23 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Acredita em Deus?
Acredito no Deus cristão e judaico e muçulmano. Acredito em Buda. Acredito nos politeísmo grego-romano, egípcio, orixás e santos. São todas formas simbolicamente verdadeiras de expressar a experiência humana não física/racional/científica. Cada pessoa tem sua forma de experimentar isso. O que existe de fato? Não sei.
Onde você vê uma folha azul não existe uma folha azul. Existe um aglomerado complicadíssimo de átomos. E ainda em cada átomo o indefinido. Físicamente não existe o azul. Azul é só uma ilusão criada no nosso cérebro. E daí? Assumo minhas limitações e continuo dizendo: "folha azul".
Estou aprendendo a falar "Deus" em idiomas.
Onde você vê uma folha azul não existe uma folha azul. Existe um aglomerado complicadíssimo de átomos. E ainda em cada átomo o indefinido. Físicamente não existe o azul. Azul é só uma ilusão criada no nosso cérebro. E daí? Assumo minhas limitações e continuo dizendo: "folha azul".
Estou aprendendo a falar "Deus" em idiomas.
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